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Importância do AutoPulse no Transporte

Vários estudos apresentados na Americian Heart Association (AHA) demonstram a importância crítica do AutoPulse durante o transporte

 

No encontro da American Heart Association (AHA) de Novembro de 2009, os resultados de vários estudos foram apresentados e podem ser reunidos na formação de um relato poderoso no suporte ao uso do AutoPulse durante o transporte.

Esse boletim irá fornecer-lhe os pontos chaves discutidos, indicações de como usar essas informações, slides resumidos para ajudá-lo a apresentar a história coesa e cópias de cada um dos quatro resumos relacionados.

Pontos Chaves Discutidos:
1. 1 em cada 3 pacientes tem uma nova parada após alcançar o Retorno da Circulação Espontânea
2. A aceleração da ambulância tende a gerar resultados fracos na RCP e danos aos socorristas.
3. O AutoPulse aumenta em duas vezes e meia a probabilidade de Retorno Espontâneo da Circulação durante o transporte.

 

1. 1 em cada 3 pacientes tem uma nova parada após alcançar o Retorno Espontâneo da Circulação

a.Uso desta Informação
Resposta às organizações que seguem estritamente o protocolo de "Terminação de Ressuscitação (TOR)": mesmo que os protocolos determinam que as vítimas de Parada Cardíaca Súbita sem Retorno Espontâneo da Circulação nunca tenham sido transportados, dois dos estudos mostram que elas têm de lidar com a parada novamente antes da chegada do Departamento de Emergência em mais de um terço dos casos.

b.Slides de Resumo (disponíveis na ZOLLnet)

 

2. A aceleração da ambulância provoca um resultado fraco na Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP) e danos aos socorristas.

a.Uso dessa informação
Suporte adicional pela baixa qualidade da RCP e risco significativo aos socorristas na cabine traseira de uma ambulância em movimento.

b.Slides de Resumo

 

3. O AutoPulse aumenta a probabilidade de Retorno da Circulação Espontânea durante o transporte em duas vezes e meia.

a. Uso dessa informação
Evidência de que o AutoPulse melhora em duas vezes e meia as chances de se alcançar o Retorno da Circulação Espontânea (RCE) na cabine traseira de uma ambulância em movimento.

b.Slides de Resumo

 

 

Resumo P136: Compressões Torácicas Mecânicas melhoram o resultado de curto prazo em pacientes que necessitam de RCP durante o transporte.

Don Lundy1; William McGeorge1; Annemarie Silver2


1 Charleston County EMS, Charleston, SC
2 Zoll Med, Chelmsford, MA

Introdução: A qualidade da compressão torácica é comprometida durante o transporte de pacientes, devido à dificuldade em realizar a compressão torácica numa ambulância em movimento. Os dispositivos mecânicos de compressão torácica podem ser utilizados para melhorar a qualidade de compressão torácica durante o transporte, no entanto, hoje em dia está pouco claro se o resultado em pacientes vítimas de parada cardíaca é melhorado com o uso de dispositivos mecânicos de compressão torácica durante o transporte. Nós testamos a hipótese de que o uso de um dispositivo mecânico de compressão torácica levaria a uma melhora no sucesso da ressuscitação em pacientes vítimas de parada cardíaca durante o transporte.

Métodos: Os registros consecutivos de 617 paradas cardíacas não traumáticas de pacientes tratados e transportados pelo Serviço de Emergência Médica da cidade de Charleston entre Janeiro de 2004 e Janeiro de 2007 foram revisados para identificar pacientes que foram transportados com a RCP em andamento. Um total de 509 pacientes atingiu o critério de não apresentar retorno da circulação espontânea no local e de estarem sendo transportados com a RCP em andamento. Durante o período de estudo, a agência equipou gradualmente suas ambulâncias com os dispositivos de compressão mecânica (AutoPulse, ZOLL Medical); assim, 50% dos pacientes foram tratados com compressões carídacas de banda de distribuição de carga e 50% foram tratados com Compressão Cardíacas Manual.

Resultados: No total, 55 (11%) dos pacientes chegaram pela primeira vez ao retorno da circulação espontânea durante o transporte. Os pacientes tratados com compressões cardíacas mecânicas tiveram maior probabilidade de alcançar a circulação espontânea durante o transporte comparado com o paciente tratado com compressão cardíaca manual (14,3% contra 6,7%, p=0.005). A duração do tratamento do Serviço de Emergência Médica no local foi mais curta para os pacientes que encontraram o Retorno da Circulação Espontânea (RCE) durante o transporte, contra aqueles que não (20,7 +/- 6.1 min de RCE contra 23,0 +/- 7,9 min sem RCE, p=0,03). Não houve diferença de idade, sexo, parada assistida, assistência por Serviço de Emergência Médica, local da parada, realizador da RCP, ritmo inicial ou tempo de resposta (todos p>=0,2). Dos 55 pacientes que alcançaram o Retorno da Circulação Espontânea durante o transporte, 44 (80%) eram qualificados para o transporte de acordo com os protocolos de ressuscitação das determinações do Suporte Avançado à Vida (SAV).

Conclusões: Os pacientes tratados com Compressão Cardíaca Mecânica durante o transporte apresetaram maior probabilidade de serem ressuscitados durante o transporte comparado com os pacientes que receberam a Compressão Cardíaca Manual, presumivelmente devido a qualidade da Compressão Cardíaca durante o transporte.

 

 

Resumo P34: Freqüência de ocorrência e prognóstico de nova parada em pacientes vítimas de parada cardíaca fora do hospital

Don Lundy1; William McGeorge1; Annemarie Silver2


1 Charleston County EMS, Charleston, SC
2 Zoll Med, Chelmsford, MA

Introdução: As vítimas de parada cardíaca pré-hospitalares das quais o retorno estável a Circulação Espontânea são obtidas serão, por uma questão de fluxo, transportados para um hospital para cuidados e tratamentos pós ressuscitação. Uma certa porcentagem desses pacientes terá uma nova parada cardíaca. As características desses pacientes com paradas cardíacas não foram descritas anteriormente. O propósito desse estudo foi determinar a freqüência com a qual os pacientes vítimas de paradas têm uma nova parada e determinar as características dos pacientes e de curto prazo a evolução clínica desses pacientes.

Métodos: Uma análise retrospectiva foi conduzida em 617 pacientes com paradas cardíacas consecutivas fora do hospital tratados e transportados pelo Seviço Médico de Emergência da cidade de Charleston, entre Janeiro 2004 e Janeiro de 2007.

Resultados: Um total de 148 pacientes (24%) obteve o Retorno da Circulação Espontânea (RCE durante o período do estudo. Destes, 52 pacientes (35%) voltaram a ter paradas em algum ponto antes da chegada ao departamento de emergência. Não houve diferenças estatisticamente significativas entre os pacientes que voltaram a ter paradas e os pacientes que mantiveram o Retorno da Circulação Espontânea quanto à média de idade(64 ± 12 anos para os pacientes que voltaram a ter paradas contra 65 ± 15 anos para pacientes que sustentaram a RCE, p = 0,7), ao sexo (62% p masculino contra sexo feminino, 55% = 0,6), à incidência da parada testemunhada (69% testemunharam contra 61%, p = 0,9), à incidência de testemunha de Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP) (33% contra 23% = 0,2), ao local da parada (título de residência de 65% contra 70%, p = 0,6), ou ao tempo de resposta ao Serviço de Emergência Médica (SEM) (9,4 ± 3,2min contra 9,1 ± 3,4 min, p = 0,6). Os pacientes que voltaram a ter parada eram significativamente mais propensos a apresentarem um ritmo passível de choque (49% de fibrilação ventricular / taquicardia ventricular) em comparação com pacientes que sustentaram a RCE (31% de fibrilação ventricular / taquicardia ventricular, p = 0,03). Quarenta e oito por cento dos pacientes que voltaram a ter paradas tinham pulso à chegada ao serviço de emergência.

Conclusões: Mais de um terço de pacientes com parada cardíaca fora do hospital tem nova parada no cenário pré-hospitalar, e quase metade destes pacientes recuperaram seus pulsos antes da chegada ao departamento de emergência. Pacientes apresentando fibrilação ventricular ou taquicardia ventricular são mais propensos a nova parada do que pacientes com ritmos não chocáveis.

 

 

Resumo P35: Incidência de nova parada após retorno da circulação espontânea, no ambiente de parada cardíaca fora do hospital.

Amanda M Stephenson1; David D Salcido2; Joseph P Condle2; Clifton W Callaway3; James J Menegazzi3
1 Univ of Pittsburgh Sch of Medicine, Pittsburgh, PA
2 Univ of Pittsburgh, Pittsburgh, PA
3 Univ of Pittsburgh Sch of Medicine, Pittsburgh, PA

Introdução: O Retorno da Circulação Espontânea (RCE) ocorre em aproximadamente em 30% dos pacientes vítimas de paradas cardíacas tratados pelos Serviços de Emergência Médica fora do hospital. A incidência de nova parada antes da chegada ao hospital é desconhecida, a variação da forma de onda de ECG que precede a nova parada não foi descrita.

Objetivos: Procurou-se determinar a incidência da nova parada cardíaca em pacientes vítimas de paradas cardíacas tratadas fora do hospital, para classificar os eventos de nova parada por tipo e caracterizar as formas de onda de ECG que precedem a nova parada cardíaca.

Métodos: O Centro Clínico Regional de Pittsburgh, do Resuscitation Outcomes Consortium (ROC), patrocinado pela NHLBI, forneceu os dados de testes não-clínicos para esse estudo. Analisamos os traços de ECG do monitor do desfibrilador (Philips MRX) nos casos de Serviço Emergência Médica de pacientes tratados fora do hospital, relatórios de cuidado de pacientes e gravações de áudio de 2006 à 2008. Os casos tinham que ter ECG adequado, antes e após cada evento de RCE/nova parada para ser incluído. Nós definimos o RCE como pulsos audíveis observados e/ou leituras de ECG indicativas de pulso, corroborado pelo Relatório de Cuidado do Paciente. Nós definimos a nova parada cardíaca como a perda de pulso audivelmente observada, Fibrilação Ventricular ou assistolia visivelmente identificada, ou qualquer ritmo com a retomada da RCP. Os resultados são apresentados em números brutos, seguido de percentuais e intervalos com 95% de confiança entre parênteses.

Resultados: O RCE ocorreu em 329 do1199 pacientes (27,4%, 25,0-30,0%). Destes, 117 tinham ECG adequados. 73/117 casos não tiveram novas paradas (62%, 53-71%). As novas paradas ocorreram em 44 pacientes (38%, 29-47%), com um total de 76 eventos de novas paradas. Dos 44 casos de novas paradas, 24 (55%, 40-69%) estavam vivos no momento da chegada ao hospital. Os eventos de novas paradas por tipo foram: 23 refibrilações (30%, 21-41%), 19 taquicardias ventriculares sem pulso (25%, 16-36%), 9 atividades elétricas sem pulso (12%, 6-21%), 6 assistolias (8%, 3 - 16%) e 18 prováveis casos de atividade elétrica sem pulso, onde a falta de pulso não pôde ser confirmada (24%, 15% -34%). Todos os casos de refibrilação foram precedidas de ectopia (por exemplo, contração ventricular prematura séries de taquicardias ventriculares), muitas vezes ao longo de vários minutos. A variabilidade de onda T, variabilidade do intervalo RR, e o fenômeno R sobre T também foram observados como precedentes da refibrilação. Hipoventilação (baseado no ETCO2) foi a causa provável de 4 eventos de nova parada não-fibrilatória.

Conclusão: Nesta amostragem, a incidência de nova parada foi de 38%. Dos casos que sofreram a nova parada, 55% sobreviveram à internação. Refibrilação (35%) e taquicardia ventricular sem pulso (20%) representaram a maioria das novas paradas. Todos os casos de novas paradas por fibrilação ventricular e taquicardia ventricular foram precedidas de atividade ectópica. O ECG quase sempre fornece a evidência de nova parada iminente.

 

 

Resumo P73: Descrição das forças de aceleração que afetam o equilíbrio dos socorristas pré-hospitalares enquanto fornecem a Ressuscitação Cardiopulmonar

Siddhartha A Dante1; Ulrich Herken2; Torkil Hammer3; Michael C Kurz4
1 Virginia Commonwealth Univ, Richmond, VA
2 Annemarie Silver, Zoll Med Corp, Chelmsford, MA
3 Road Safety International, Thousand Oaks, CA
4 Virginia Commonwealth Univ, Richmond, VA

Introdução: A equipe de Serviço de Emergência Médica está sujeita a inúmeras grandes forças devido à aceleração da ambulância enquanto cuida dos pacientes. Estas forças podem aumentar o risco de lesão à tripulação devido à perda do equilíbrio e afetar negativamente o cuidado ao paciente, especialmente se os tripulantes estiverem em pé para executar a RCP. Estudos anteriores demonstraram que a aceleração superior a 0,6-0,93 m/s2 leva à perda de equilíbrio. Além disso, a aceleração por unidade de tempo (por exemplo, uma arrancada) tem sido apontada como uma forte responsável pela perda de equilíbrio e deve ser limitada a 0,5 a 0,6 m/s3. Buscou-se identificar a freqüência com que a equipe da ambulância corre o risco da perda de equilíbrio durante o transporte de pacientes de parada cardíaca.

Métodos: Um sistema de vigilância de bordo (Road Safety, Thousand Oaks, Califórnia) foi utilizado para gravar dados de aceleração lateral e longitudinal durante o transporte de 50 pacientes com parada cardíaca. Aceleração e vetores de mudança de aceleração foram calculados por cada segundo de tempo de condução (velocidade > 0 Km/h). A percentagem de tempo de condução com a aceleração crítica (> 0,93 m/s2) e arrancadas (> 0,6 m/s3) foram determinadas através da identificação de todos os eventos que ultrapassem o limite crítico.

Resultados: O tempo total corrido durante estes transportes foi de 348,03 min (média de 6,95 minutos por transporte). Aceleração ultrapassou 0,93 m/s2 em 49% do tempo (165,27 min, com média de 3,31 min) e as mudanças de aceleração (arrancadas) excederam 0,6 m/s3 (86,87 min, com média de 1,74 min) em 26% do tempo. Ambos os limites críticos foi ultrapassados em 60% do tempo (202,42 min, com média de 4,05 min) durante o transporte.

Conclusão: Durante o transporte de pacientes com parada cardíaca a equipe de emergência médica está sob risco significativo de perda de equilíbrio em 60% do tempo, devido às grandes e freqüentes forças de aceleração. A resultante perda de equilíbrio pode provocar danos pessoais ou o fornecimento de RCP de má qualidade.

 

 





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